segunda-feira, 30/01/2012 | 01:56

Bueirobeleza – Marchinha do Carnaval 2012

Aprenda e decore a nova marchinha de Carnaval que vai embalar o Rio esse ano!

 

Lá vou eu, lá vou eu
Desviar de mais um bueiro
No carnaval do Rio
Socorro quase perdi
a vida, mas que horror
Vem...deixa o prefeito te levar
Na conversa para explicar
Sacanagem com a população
Sai pra lá explosão Vem Vem Vem
Vem... tentar a sorte e ser feliz
Voou pro ar mais um bueiro
Ainda bem que eu tô legal
Nas ruas da cidade desse meu povo
A gente vai se foder de novo
Nas ruas da cidade desse meu povo
A gente vai se foder de novo

quinta-feira, 01/12/2011 | 01:43

Eu não sou Adair Meira, juro!



Todo mundo sempre soube que mentira é que nem anão, tem pernas curtas. Mas o ex-ministro Carlos Lupi não precisava levar isso tão a sério. Como alguém pode não ter visto ou se lembrado de uma pessoa que viajou com ela num jatinho? Só tem uma explicação: o empresário era um anão! Sim, agora tudo faz sentido. O empresário anão, provavelmente da linha dos anões do orçamento, sentou-se no último banco do jatinho e enganou o coitado do ministro. Isso não se faz! Mas eu entendo o que Lupi está passando, porque eu sempre fui campeão na brincadeira de esconde-esconde.

Seria mais convincente ter posto a culpa no Rivotril, que lhe fez confundir o Adair com a presidenta. Quanta baixaria. E já que ser baixo está em alta novamente no Senado, uma boa pedida é ler "O Grande Livro dos Anões", onde você poderá saber tudo sobre ser baixo, sem fazer nenhuma baixaria. Que por sinal, Lupi terá bastante tempo agora.
segunda-feira, 01/08/2011 | 04:35

Ah, não! Era você?



Quem nunca ouviu histórias mal-assombradas, sobretudo, se o local onde você trabalha o prédio é bem antigo. O prédio onde trabalho, pertence a uma dessas construções históricas do centro do Rio de Janeiro e histórias de assombrações é que não faltam. Reza a lenda da “rádio corredor” que aquele prédio antigamente tinha sido um IML e que o décimo terceiro andar, onde trabalho, era o necrotério. Mesmo com autenticidade duvidosa desta informação, esta já é mais do que suficiente para colocar “caraminholas” na cabeça das pessoas. Tudo bem que eu imaginava que as mulheres é que se impressionariam mais com essas histórias fantasiosas.

Um dia precisei ficar trabalhando até mais tarde, para concluir um serviço urgente, o que não é de costume acontecer. Ao finalizar o trabalho, fui até a outra sala avisar que eu era o último a sair, para que alguém pudesse vir me ajudar a desligar as luzes e o ar condicionado, bem como trancar a porta da sala.

O problema é que as salas tinham baias altas, que não davam para me ver, embora nunca tivesse percebido este detalhe. Ao abrir a porta desta sala, senti um silêncio e uma tensão fora do comum, que só fui perceber ao chegar perto do colega de trabalho (achei melhor preservar o nome da pessoa), ele dá um pulo da cadeira seguido de um grito histérico (são nessas horas que você conhece melhor a pessoa, quando ela se entrega).

- Aí, Leo! Era você?! (recuperando o fôlego) Que susto menino! Não faz mais isso. Eu morro de medo de assombração.

- Calma, sou eu... Você pensou que fosse quem? O Gasparzinho?

Confesso a vocês que não fiz por mal, com a intenção de assustar ninguém. A partir desse momento, para evitar que mais algum colega saia do armário ou mate alguém de susto, já começo a fazer barulho no corredor para avisar que estou chegando.